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Recomendações > Património |
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ALCOBAÇA A belíssima cidade de Alcobaça fica a poucos minutos da Casa dos Mangues e vale bem a sua visita. Aqui pode encontrar o famoso Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça (classificado pela UNESCO como Património Mundial e da Humanidade), o castelo - de origem mourisca e de onde se avista toda a cidade - e toda uma riqueza arquitectónica única, dessiminada pelos seus jardins, pelas suas praças e pelos seus inúmeros monumentos. A Abadia de Santa Maria de Alcobaça foi construída pelos monges de Cister entre 1178 e 1254, e seguiu o modelo da Abadia de Clairvaux, casa mãe da Ordem de Cister em Claraval, França. Com aproximadamente 220 metros de comprimento, o mosteiro é formado por três corpos: a Igreja e as Alas Norte e Sul, onde se situavam os aposentos dos reis e da corte em visita, e as residencias do Abade e dos Monges, respectivamente. A Igreja, que é a maior e mais impressionante obra do gótico primitivo em Portugal e cuja fachada atinge os 43 metros de altura, tem três naves de doze tramos (cobertas por abóbodas ogivais) que culminam num transepto formado por três naves. Aqui, podemos encontrar os túmulos de D. Pedro I (à direita) e de D.ª Inês de Castro (à esquerda), datados de cerca de 1360. Testemunhos da trágica história de amor entre estes dois personagens da História de Portugal, são duas das mais belas peças de arquitectura tumular do séc. XIV. É assinalável a importância cultural deste mosteiro. Aqui se deram as primeiras aulas públicas de Portugal em 1269, se escreveu grande parte dos Códices medievais portugueses, se produziu o maior estudo histórico sobre Portugal (Monarquia Lusitana, séc XVII - dirigido por Frei António Brandão) e se formou a primeira farmácia do reino de Portugal. ver também http://www.ippar.pt/patrimonio/mundial/alcobaca.html BATALHA O Mosteiro de Santa Maria da Vitória, erguido por voto de D. João I, como agradecimento pela vitória dos Portugueses em Aljubarrota no ano de 1385, é o grande monumento do gótico final português, onde também nasceu o estilo manuelino, e um dos mais belos conjuntos monacais da Europa do fim da Idade Média. O edifício monumental, cuja construção se iniciou por volta de 1386/87 sob a orientação do mestre português Afonso Domingues, compreende a Igreja em forma de cruz latina, com três naves e cinco capelas absidais, a Capela do Fundador, a Sacristia, o Claustro Real, a Sala do Capítulo, o Dormitório primitivo, o Claustro de D. Afonso V e o Panteão de D. Duarte ou Capelas Imperfeitas. Ainda em 1388 o rei D. João I entregou o Mosteiro à Ordem de S. Domingos de Gusmão, a qual até 1834 veio a prestigiar a Batalha. Devido a vicissitudes diversas e, não obstante algumas campanhas de restauro, é muito pouco o acervo conservado que completava a obra arquitectónica, merecendo especial menção o que resta dos vitrais medievais, expostos na Igreja, Capela do Fundador e Sala do Capítulo. (...) Pelo seu significado histórico e importância artística, o Mosteiro de Santa Maria da Vitória foi classificado como Monumento Nacional em 1907 e, em 1983, e inscrito, pela UNESCO, na Lista de Património Mundial. in http://www.ippar.pt/patrimonio/mundial/batalha.html ÓBIDOS A vila de Óbidos guarda séculos de história entre as suas muralhas. A sua origem remonta ao século I, à cidade de Eburobrittium. Até ao ano de 1148 - data da tomada da vila aos mouros - romanos, visigodos e árabes andaram por aqui. Desde então, Óbidos tornou-se vila de reis e rainhas e um dos seus poisos de descanso favoritos. Vila muralhada, Óbidos é um local previlegiado em termos turísticos. Após séculos de história, guarda ainda as marcas de tantos quantos ajudaram a construí-la. As suas ruas intrincadas, cheias de esquinas e recantos e a sua interpretação única da arquitectura do Oeste fazem desta pequena vila um dos locais mais concorridos da região. Na semana Santa, Óbidos enche-se de gente para assistir à sua procissão monumental e profundamente cenografada. Outros locais a visitar: Fátima e Caldas da Rainha Cidade de peregrinação, Fátima é uma referência mundial no Culto Mariano. |
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